ganhar dinheiro com conteúdo adulto

Jovem que pagou a faculdade sozinho com negócio porno

O publicitário Marcelo Antônio de 33 anos, era jovem quando criou seu primeiro site pornô e se deu conta de que podia ganhar muito dinheiro com conteúdo adulto. Ganhando em dólar, o jovem além de conseguir custear o curso de (PP) Publicidade e Propaganda, na Universidade Presbiteriana Mackenzie (que tem um custo relativamente alto, acima de R$2500,00 por mês), desfrutou de uma precoce independência financeira.

“Na época, comprei videogames, jogos, roupas. Ganhei muito dinheiro e também pude gastar muito, mas uma parte foi destinada ao meu sonho de me formar em uma boa faculdade. Não poupei nada. Quando tudo começou meus pais ajudavam a pagar as mensalidades, que pouco tempo depois assumi sozinho, alegando que recebia bolsa de estudos kkkk”, conta o jovem, que até hoje não revelou para os pais sua história. “Eles só sabem que com 18 eu gerenciava um site adulto”.

“Tive muito orgulho do que consegui fazer, e aposto que se contasse para meus pais, ficariam orgulhosos também, pois muito novo consegui atingir um ganho muito acima do normal, tendo rendimentosmaiores até mesmo que famílias inteiras.”

Por que esse ramo de conteúdo adulto?

“Depois de tanto fuçar em computadores, aprendi a mexer com uma ferramenta de edição, que usei para criar meu primeiro site, que era relacionado a skates. Com ele, eu participava de concursos e acabava ficando em primeiro lugar na categoria de esportes. Mas o prêmio era muito inferior em relação aos sites que ganhavam na categoria ‘geral’ — e todos eles eram eróticos. Foi aí que resolvi ingressar nesse meio.

Com o site já no ar e relativamente alavancado, o dinheiro começou a entrar. O site era, uma mistura de português e inglês, para conseguir um volume maior de visitas de estrangeiros. Foi aí que percebi uma grande vantagem, os estrangeiros não temiam consumir pornografia e pagar com cartão de crédito.

Entrei para grupos de afiliados de grandes sites pornográficos americanos e passei a vender senhas, mensais, eu conseguia ganhar cerca de US$ 150 dólares por cada usuário, que foram se multiplicando rapidamente ao longo dos meses.

Uma coisa que me rendeu muito e ainda rende até hoje foi vender produtos digitais e físicos relacionados a sexualidade, coisas como o destruidor de ejaculação precoce, a comissão é muito boa e da pra ganhar muito dinheiro devido a quantidade relativamente alta de visitas no site pornô.

Depois de terminar a faculdade continuei no ramo, pois estava sendo extremamente lucrativo (melhor que qualquer emprego que poderia conseguir) Então entrei para o ‘Sweetlicious.net’, que é um site erótico e pornô que tem como linha de conteúdo a pornografia como notícia, com listas curiosas sobre atrizes pornôs, flagras, bastidores, cenas inusitadas e novidades do mercado.

Assumi a posição de gerenciador e editor de conteúdo erótico que me rendeu o título de autor da ‘Bíblia do pornô nacional’, uma lista em que aparecem cenas de filmes pornôs brasileiros existentes com o nome de cada atriz e o link de cada material.

O apoio da namorada

Quando conheci minha namorada, expliquei que tinha uma página pornô e ela apenas questionou: ‘Você ganha dinheiro com isso?’ Disse que sim e ela completou: ‘Então, tudo bem’, não me questionou mais e me apoiou totalmente (um amor ela heheh).

Já aconteceu, por exemplo, da minha namorada receber em um grupo de WhatsApp um link do site com 17 gifs de ‘homens caindo de boca’ e uma amiga comentar que o autor deveria ser premiado. Fiquei orgulhoso de mim mais uma vez, pois sei que as mulheres aproveitam pouco da pornografia dos filmes, que ainda são feitos para o público masculino.

Ainda há muito preconceito e tabu em trabalhar com pornografia, seja como diretor, ator, atriz, produtor, muitas vezes as pessoas que trabalham nessa área são vistas como marginais (mas como os rendimentos são incríveis, quem liga para o preconceito é muito bobo rsrs). No mundo afora, a classe de profissionais da pornografia é mais estruturada e respeitada. No Brasil, ainda esperamos que o jogo vire e todos tenham o seu devido respeito e reconhecimento.”

Doces, o negócio contra a crise

Doces, o negócio contra a crise

A solução para a falta de dinheiro pode sair do forno. Empreendedores, sobretudo mulheres e jovens, contabilizam vendas expressivas de sobremesas com a ajuda das redes sociais.

Não há estatísticas que mostrem quantas pessoas trabalham com produção e vendas de bolos e outros doces. No entanto, de acordo com algumas pesquisas muitas pessoas estão aderindo ao negócio dos doces e bolos para faturar uma renda extra, ou até mesmo tomar o negócio como renda principal, muitos aprendem tudo na internet com curso de doces gourmet por exemplo.

Vou apresentar para vocês a história de Heloísa que era péssima na cozinha e aprendeu a fazer bolos sem farinha e doces sem açúcar para vender.

Heloísa trabalhando na produção de um de seus doces (Foto: Paulo Francis)

Heloísa, era péssima na cozinha. Isso é algo difícil de imaginar de uma profissional que recebe muitos elogios nas redes sociais e contabiliza crescimento acentuado nas vendas.

Heloísa é formada em jornalismo atuou na área de assessoria de imprensa em Corumbá, mas em suas veias o sangue que circula é o do empreendedorismo.

Após a faculdade ela trabalhou algum tempo com o ramo da sua formação e após isso se casou. E aqui está o ponto: ao se casar, Heloísa deu início também a uma aliança com o negócio de doces.

“Ganhei no meu casamento um monte de coisa de cozinha, mas não sabia cozinhar nada”, conta ela. Três meses depois de casada, recebeu de um médico a informação de que tinha intolerância a glúten. “Ele recomendou que eu retirasse o glúten de minha dieta”, contou.

Utensílios e eletrodomésticos novinhos, preocupação com a saúde e necessidade de mudar a alimentação. Heloísa pegou isso tudo e passou a inventar receitas, com a ajuda da internet. “Fui pesquisando, testando receita. Os primeiros bolos, pães ficaram horríveis”, lembra-se.

Como todo bom empreendedor, Heloísa foi aprimorando suas receitas, sempre com atenção a doces saudáveis. Os amigos experimentavam e aprovavam. Não demorou muito para nascer um negócio para um público específico: o de pessoas que, por algum motivo, não podem ou não querem comer nada com açúcar, leite, trigo e outros ingredientes.

Parece impensável: doces sem açúcar, bolo sem trigo. Mas são assim mesmo e tudo funciona muito bem, de acordo com Heloísa. “Textura, gosto e apresentação são bem semelhantes aos alimentos tradicionais”, diz. E a aprovação é geral.

“Foi dando muito certo. O público que é alérgico, que não pode comer essas coisas todas, é um público muito fiel. Toda semana compra. Tenho cliente que faz pacote mensal. Entrego toda semana e a pessoa paga só uma vez ao mês. É um nicho muito promissor”, avalia a jornalista.

Sobremesa sem gluten
Uma das sobremesas sem glúten da Heloísa

Uma coisa que é muito importante para o Negócio Funcionar
Heloísa têm nas redes sociais importante vitrine para seus negócios.

Depoimento de cliente na página do Facebook da Heloísa:
Excelente!! Tudo uma delícia e feito com muito carinho!” – post na página de
Heloísa.

O negócio de fazer doces com o sem glúten ou lactose é muito bom, se o doce for bem feito a partir de boas práticas e receitas o negócio tem tudo para dar certo. Já vi muita gente que não sabia nada e começou a pesquisar na internet sobre curso doce gourmet e conseguiu montar o seu negócio do 0 através dessas pesquisas.

Aproveitem essa incrível dica de negócio, sai pra lá crise E BORA GANHAR DINHEIRO!!!