Doces, o negócio contra a crise

Doces, o negócio contra a crise

A solução para a falta de dinheiro pode sair do forno. Empreendedores, sobretudo mulheres e jovens, contabilizam vendas expressivas de sobremesas com a ajuda das redes sociais.

Não há estatísticas que mostrem quantas pessoas trabalham com produção e vendas de bolos e outros doces. No entanto, de acordo com algumas pesquisas muitas pessoas estão aderindo ao negócio dos doces e bolos para faturar uma renda extra, ou até mesmo tomar o negócio como renda principal, muitos aprendem tudo na internet com curso de doces gourmet por exemplo.

Vou apresentar para vocês a história de Heloísa que era péssima na cozinha e aprendeu a fazer bolos sem farinha e doces sem açúcar para vender.

Heloísa trabalhando na produção de um de seus doces (Foto: Paulo Francis)

Heloísa, era péssima na cozinha. Isso é algo difícil de imaginar de uma profissional que recebe muitos elogios nas redes sociais e contabiliza crescimento acentuado nas vendas.

Heloísa é formada em jornalismo atuou na área de assessoria de imprensa em Corumbá, mas em suas veias o sangue que circula é o do empreendedorismo.

Após a faculdade ela trabalhou algum tempo com o ramo da sua formação e após isso se casou. E aqui está o ponto: ao se casar, Heloísa deu início também a uma aliança com o negócio de doces.

“Ganhei no meu casamento um monte de coisa de cozinha, mas não sabia cozinhar nada”, conta ela. Três meses depois de casada, recebeu de um médico a informação de que tinha intolerância a glúten. “Ele recomendou que eu retirasse o glúten de minha dieta”, contou.

Utensílios e eletrodomésticos novinhos, preocupação com a saúde e necessidade de mudar a alimentação. Heloísa pegou isso tudo e passou a inventar receitas, com a ajuda da internet. “Fui pesquisando, testando receita. Os primeiros bolos, pães ficaram horríveis”, lembra-se.

Como todo bom empreendedor, Heloísa foi aprimorando suas receitas, sempre com atenção a doces saudáveis. Os amigos experimentavam e aprovavam. Não demorou muito para nascer um negócio para um público específico: o de pessoas que, por algum motivo, não podem ou não querem comer nada com açúcar, leite, trigo e outros ingredientes.

Parece impensável: doces sem açúcar, bolo sem trigo. Mas são assim mesmo e tudo funciona muito bem, de acordo com Heloísa. “Textura, gosto e apresentação são bem semelhantes aos alimentos tradicionais”, diz. E a aprovação é geral.

“Foi dando muito certo. O público que é alérgico, que não pode comer essas coisas todas, é um público muito fiel. Toda semana compra. Tenho cliente que faz pacote mensal. Entrego toda semana e a pessoa paga só uma vez ao mês. É um nicho muito promissor”, avalia a jornalista.

Sobremesa sem gluten
Uma das sobremesas sem glúten da Heloísa

Uma coisa que é muito importante para o Negócio Funcionar
Heloísa têm nas redes sociais importante vitrine para seus negócios.

Depoimento de cliente na página do Facebook da Heloísa:
Excelente!! Tudo uma delícia e feito com muito carinho!” – post na página de
Heloísa.

O negócio de fazer doces com o sem glúten ou lactose é muito bom, se o doce for bem feito a partir de boas práticas e receitas o negócio tem tudo para dar certo. Já vi muita gente que não sabia nada e começou a pesquisar na internet sobre curso doce gourmet e conseguiu montar o seu negócio do 0 através dessas pesquisas.

Aproveitem essa incrível dica de negócio, sai pra lá crise E BORA GANHAR DINHEIRO!!!

 

Crise? O mercado erótico não sabe o que é isso

Já pensou em garantir uma renda extra no fim do mês? Pois bem, é isso que os empreendedores que apostam no ‘mundo erótico’ vêm fazendo nos últimos anos.

Estatísticas mostram que o mercado é o setor que mais cresce no Brasil, com grandes perspectivas de melhoras para o ano de 2019. Os produtos comercializados vão muito além de brinquedos e lingeries, incluindo livros, cursos eróticos, entre outros.

O CRESCIMENTO DO MUNDO ERÓTICO

Segundo dados da ABEME (Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico), apesar da crise econômica que atinge o Brasil, esse mercado apresenta estabilidade e crescimento acima da média, comparado a outros setores.

Para se ter uma ideia, a venda de produtos eróticos contabiliza cerca de 8,5 milhões de unidades por mês , faturando 68 milhões de reais mensais (o preço médio por item é de 8,00 reais).

De acordo com as estatísticas, o crescimento deste mercado teve início em 2002, onde o aumento das vendas chegou a 20%. Em 2014, mesmo quando a economia apresentou seus primeiros sinais de queda, as vendas se mantiveram estáveis.

Apesar da oscilação econômica, no ano seguinte, o comércio erótico brasileiro faturou 1,7 bilhões de reais. No ano de 2016, o mundo erótico movimentou 1 bilhão de reais. Em 2017, as vendas tiveram aumento de 8,5%, segundo a ABEME. A expectativa é que, para 2018, o cenário continue com a mesma perspectiva de crescimento.

VENDAS EM EXPANSÃO NO MERCADO ERÓTICO BRASILEIRO

Atualmente, o país contabiliza 1.000 lojas virtuais, 80 mil consultoras (que vendem seus produtos em domicílio), 50 lojas atacadistas e 30 fábricas de itens eróticos. Ao todo, somam-se mais de 15 mil produtos diferentes, disponíveis no mercado.

O mundo erótico chegou ao Brasil na década de 1980, e possui duas principais estratégias de vendas: conhecer o seu público e esclarecer a distinção entre erotismo e pornografia, principal tabu e obstáculo do setor.

Esse ramo do comércio brasileiro se diferencia dos demais países pela qualidade, inovação em produtos e, principalmente, pela criatividade.

Além dos clássicos sextoys, como algemas, chicotes e chibatas, há também jogos e brincadeiras que envolvem baralhos e dados eróticos, produtos cosméticos e bebidas afrodisíacas, novidades em acessórios comestíveis, além de vibradores e muitas outras opções.
E livros como o destruindo a ejaculação precoce que ajudam muito os casais e os homens.

As mulheres representam 68% da clientela do mundo erótico. Em 2016, segundo a ABEME, houve crescimento do público gospel neste setor, sendo que 30% das consumidoras mulheres são evangélicas. Com a diversificação crescente deste mercado, o setor traz inovações mensalmente.

Nos últimos dois anos, houve o crescimento de serviços fora das lojas e sexshops, como cursos de massagem erótica, chás de lingerie, sexo tântrico.

QUAIS AS VANTAGENS DE TRABALHAR NO SETOR ERÓTICO?

As vantagens de trabalhar com o mundo erótico são inúmeras: crescimento constante de mercado (independentemente da situação econômica do país), público diversificado e crescente, produtos de qualidade, alta lucratividade, investimento inicial baixo, além da flexibilidade de horários para consultores e representantes.

A maioria dos representantes e consultores são mulheres (cerca de 80%) e a venda a domicílio representa 90%. O valor gasto, a cada compra, varia de 80 a 280 reais.

É um mercado, muito grande e promissor, fiquem de olho!!